quarta-feira, janeiro 16, 2008

Umas no cravo e outras tantas na ferradura

FOTO JUMENTO

Vaso de flores na Baixa de Lisboa

IMAGEM DO DIA

[Armando Babani / EFE]

«Un jubilado albano espera a recibir su pensión en Tirana. El gobierno albano ha pagado una paga extraordinaria de Año Nuevo de 5.000 lek (43 euros) a los jubilados del país.» [20 Minutos]

O CARTOON DO DIA

JUMENTO DO DIA

Derrota humilhante

A derrota de Miguel Cadilhe na corrida para a presidência do BCP foi uma derrota humilhante que deveria ter sido prevista por quem conhece tão bem os accionistas do banco. Ao concorrer à liderança de um banco de onde saiu permitindo que o seu nome fosse utilizado pela tentativa de partidarização feita por Luís Filipe Menezes, Miguel Cadilhe não só foi "expulso" do BCP como foi associado a mais um disparate do líder do PSD.

DOIS MILHÕES DE PORTUGUESES EM RISCO DE POBREZA

Sócrates deve estar feliz, conseguiu uma brutal alteração da distribuição dos rendimentos em favor dos mis ricos na esperança de daí vir crescimento económico e não só não teve que enfrentar grandes perturbações sociais como ainda se diz de esquerda e defensor de um estado social que só ele imagina.

Sócrates continua a acreditar que um país de pobres é a fórmula adequada par que o país venha ser mais risco, pouco se preocupando com o facto de a riqueza assim conseguida ser apenas de alguns

O RALLY MUNDIAL DE BURROS DE MINA CLAVERO

O amigo F.F.T. manda-me uma notícia do Minuto Uno que dá conta de um rally de burros realizado em Mina Clavero, sugerindo-me a participação. Confesso que a Argentina faz parte do meu imaginário de viagens e que uma boa corrida de burros seria um bom motivo. Mas olhe que em matéria de burros corredores há por cá melhores candidatos até porque recentemente tive que ir amanhar os quartos traseiros ao Hospital de Santa Marta.

PORTOCARTOON

A data de recepção dos trabalhos termina a 31 de Março.

CAÇA À MULTA DÁ LUCROS FABULOSOS EM LISBOA

«A Polícia Municipal de Lisboa registou 261.728 infracções ao limite de velocidade desde a entrada em funcionamento dos 21 radares, iniciado faz quarta-feira seis meses, afirmou hoje à agência Lusa o comandante André Gomes.

As mais de 260 mil infracções foram registadas até dia 31 de Dezembro. O radar que registou o maior número de infracções, até final de Dezembro, foi o que está instalado no túnel do Marquês no sentido Oeste-este, com 60.860 transgressões ao limite de velocidade, que é de 50 quilómetros por hora naquele espaço. » [Portugal Diário]

Parecer:

Não admira que em Lisboa pouca se faça para combater a criminalidade, os polícias com que nos cruzamos ou estão em serviços remunerados ou a colocar bloqueadores em carros.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se a António Costa quanto ganha a autarquia em multas.»

CAPITALISTAS MEDROSOS E FUMADORES RESSACADOS

«Imaginem que eu recebia um convite para ir escrever no Público. Batia à porta do director do DN e dizia-lhe: "Pagam-me melhor e eu vou-me embora. Mas queria continuar ligado ao DN. Se a coisa correr mal eu volto." João Marcelino passava-me a mão pelo ombro, dava-me uma pancadinha nas costas e retorquia: "Ó João Miguel, estás à vontade, pá. Vai lá para o Público. Cá estaremos se te aborreceres." Seria possível esta conversa acontecer no mundo real? Eeerh não. Mas o pessoal dos bancos não vive no mundo real. E por isso Armando Vara pediu à Caixa Geral de Depósitos, com todo a lata do mundo, que o deixe ir para o BCP mantendo o vínculo à casa. Convenhamos: isto é ridículo. É certo que Armando Vara se transformou no homem que o País adora odiar. É amiguinho de Sócrates, fez carreira a partir do aparelho do PS, chegou longe com poucos estudos, esteve acusado de trafulhices várias, recebeu um megatacho na administração da Caixa. Mas ele também não faz muito por melhorar a sua popularidade. Vara é a prova de que mesmo dentro de um administrador milionário bate um coração de sindicalista, desejoso acima de tudo de manter um emprego para a vida. Os capitalistas desta terra parecem aqueles jovens adultos que querem muito parecer emancipados e ter o seu próprio apartamento, mas que depois vão aos domingos a casa da mamã deixar a roupa suja e buscar tupperwares com comida. Armando Vara não se contenta só com os tachos - ele quer um armário para os guardar.» [Diário de Notícias]

Parecer:

Por João Miguel Tavares.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»

O PAÍS INCLINADO PARA SUL

«A decisão de deslocalizar o novo aeroporto de Lisboa para sul do Tejo, no seguimento do estudo comparativo do LNEC, coloca três problemas, que não devem ser escamoteados com ligeireza. O primeiro é o papel dos estudos "técnicos" na decisão política e na responsabilidade dos decisores políticos; o segundo é o impacto do novo aeroporto na ocupação urbanística do território e na hipertrofia da área metropolitana de Lisboa e sul do Tejo; a terceira é a crescente descentração do país, do Norte do Tejo, onde reside a maior parte da população, para sul.

Quanto ao primeiro ponto, é agora evidente que o Governo fez tudo para reduzir a opção pela nova localização a uma questão técnica, para se limitar depois a carimbar a solução indicada pelo estudo comparativo do LNEC - o que fez com inusitada celeridade -, sem deixar sequer conhecer os seus fundamentos. Sucede que, como agora se sabe, o Governo instou esta instituição a ser "conclusiva", sem se limitar, como era o propósito inicial, a comparar os sete factores seleccionados, deixando para o Governo a ponderação da importância relativa de cada um deles.

Correspondendo indevidamente a esse interesse político, o LNEC, tendo dado vantagem à localização a sul do Tejo em quatro dos sete factores considerados, declarou a correspondente "vitória aos pontos", numa avaliação global que deveria ter sido deixada para a decisão política, depois da devida ponderação do peso relativo de cada um dos factores. Essa inesperada, e despropositada, conclusão global do estudo (fazendo equivaler a importância de todos os factores) permitiu ao Governo limitar-se a endossar politicamente o veredicto "técnico". Mesmo que a decisão devesse ser a mesma, ela deveria ser uma decisão governamental, politicamente fundamentada, e não um expedito carimbo numa opinião pretensamente "técnica", que convenientemente já trazia uma conclusão (intrinsecamente política).

A questão é tanto mais importante quanto é certo que a conclusão é tudo menos incontroversa. Dos sete factores considerados, o único em que a vantagem da nova localização é indiscutível é a maior facilidade e capacidade operacional do aeroporto na nova localização (sendo, aliás, discutível se ela não é redundante para as necessidades previsíveis...). Quanto aos demais factores, uns são favoráveis à Ota, a começar pelo factor ambiental e pela maior proximidade e acessibilidade da grande maioria dos utentes do aeroporto, ou são pelo menos pouco convincentes, como sucede desde logo com o factor dos custos, que foi desde o início um dos grandes cavalos-de-batalha contra a Ota. Embora tendo dado uma vantagem marginal à nova localização nesse aspecto, a verdade é que se tivesse sido incluído, como era devido, o custo adicional da nova travessia rodoviária sobre o Tejo, tornada necessária pela nova localização do aeroporto, então a conclusão seria muito provavelmente a inversa.

Seja como for, uma decisão desta importância estratégica para todo o país (e não somente para Lisboa), que afecta decisivamente a política de ocupação do território e o equilíbrio territorial do país, não deveria ter sido encarada como se fosse uma questão técnica. Os estudos técnicos podem vetar ou validar soluções políticas. Não podem substituí-las. Aos técnicos o que pertence ao foro técnico, aos políticos o que pertence ao foro da política. Esta decisão merece ficar nos nossos anais democráticos como um caso exemplar de desresponsabilização política e de instrumentalização das opções técnicas.

A nova localização do aeroporto envolve uma evidente opção quanto à ocupação do território que não pode ser desvalorizada. Enquanto a Ota tinha a ver com um território envolvente já muito afectado pela ocupação humana, e ambientalmente desqualificado, situado na confluência da área metropolitana de Lisboa e do Oeste, territórios densamente ocupados, a nova localização insere-se num território até agora praticamente virgem em termos ambientais, estendendo a área metropolitana de Lisboa e sul do Tejo pela charneca adentro, até aos limites do Alentejo (de facto, a freguesia de Canha, onde ficará o novo aeroporto, confina com o concelho de Vendas Novas). Como alertou justamente João Cravinho no seu consistente e preocupante requisitório contra a nova solução, por mais medidas de limitação que se tomem, o novo aeroporto, até porque centrado no conceito de "cidade aeroportuária", trará inexoravelmente um alastramento exponencial da ocupação urbanística para o interior numa zona de especial riqueza ambiental.

Ainda no capítulo urbanístico e ambiental não é preciso calcular com precisão o acréscimo dos milhares de quilómetros de deslocações rodoviárias por ano que a nova localização periférica do aeroporto implica - cálculo que o LNEC estranhamente se absteve de fazer -, para se ter uma ideia do impacto ambiental directo da solução agora escolhida. Acresce que a construção da(s) nova(s) travessia(s) rodoviária(s) do Tejo, tor-nada(s) necessária(s) para aceder à infra-estrutura, vai também implicar um acrescido afluxo reverso de automóveis da Margem Sul para Lisboa, congestionando ainda mais a capital quanto a esse aspecto.

Por último, a localização ao aeroporto a sul do Tejo acentua dramaticamente a crescente descentramento do país para sul, que a opção pela rede do TGV já prenunciava. Em vez de ficar situado perto do centro de gravidade populacional nacional, como era o caso da Ota, na fronteira entre a Grande Lisboa, o Oeste e o centro, a nova localização fica decididamente desviada para a periferia sudeste da região de Lisboa e Vale do Tejo. A população está a norte do Tejo; um equipamento nacional estratégico para o equilíbrio do país e todo o investimento que ele arrasta fica a sul. Com muito menos população, o país a sul do Tejo ficará em breve com três aeroportos (Lisboa, Beja e Faro), enquanto a toda a região central de entre Douro e Tejo não terá nenhum. Não se poderia imaginar maior assimetria territorial.

Basta comparar a solução de 1999 no que respeita ao aeroporto e ao TGV para revelar o que mudou em poucos anos. Então o aeroporto ficava a norte de Lisboa e o TGV adoptava a figura de um "T deitado", articulando a linha Porto-Lisboa com um entroncamento também a norte com a linha para Madrid, via Beira Baixa e Cáceres. Entretanto, a solução do TGV passou para uma alegada rede em "L", com ligação a Madrid via sul do Tejo e Badajoz, o que na verdade significa um traçado em "V"; ficando Madrid uma latitude a norte de Coimbra, é fácil ver que para viajar por TGV do Porto para a capital de Espanha via Lisboa é o mesmo que viajar para Lisboa via... Vila Real. Soma-se agora a deslocação do novo aeroporto internacional para o Sul, mesmo se a esmagadora maioria dos seus utentes directos residem a norte do Tejo, tornando o acesso ao aeroporto mais distante, mais demorado e mais caro (custos adicionais cuja contabilidade o LNEC também se esqueceu de fazer...).

Decididamente, o país inclina-se para sul. Para quem se não tinha dado conta, é tempo de nos habituarmos...» [Público assinantes]

Parecer:

A crítica de Vital Moreira à escolha de Alcochete.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Afixe-se.»

ANEDOTA DO DIA

«“Eu tenho remado contra essa maré e se hoje há autonomia e a questão da unidade nacional não está em cima da mesa foi porque muito me empenhei neste sentido, embora Lisboa não o reconheça”, afirmou Jardim, após uma reunião com o líder do PSD/Açores, Costa Neves.

Contudo, “se o povo madeirense um dia quiser a independência, o meu lugar é ao lado do povo madeirense”, avisou.» [Correio da Manhã]

Parecer:

O problema só está em saber se é o próprio Jardim a interpretar a vontade do povo madeirense.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se a Jardim se a vontade do povo é ele.»

MENEZES JÁ SENTE O CHEIRO AO PODER

«Luís Filipe Menezes voltou ontem a desafiar a sua oposição interna, desta vez de forma contundente: "Se os que tiveram medo há três meses, agora perderam o medo porque cheira a poder, então que venham. Afirmem--se, não falem para os jornais, falem para os militantes e eu convoco eleições."» [Diário de Notícias]

Parecer:

Depois das adivinhações, os sintomas físicos de demência?

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Marque-se uma consulta de otorrinolaringologia a Luís Filipe Menezes.»

ALEGRE REÚNE APOIANTES PARA FESTEJAR DERROTA

«Os apoiantes da candidatura de Manuel Alegre vão reunir-se em Fevereiro, em Lisboa, para comemorar o segundo aniversário das eleições presidenciais em que o poeta da Praça da Canção obteve 20, 74%, contra 14,3% do candidato oficial do PS, Mário Soares.» [Diário de Notícias]

Parecer:

Estas reuniões de Alegre lembram-me as do D. Duarte

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se a Alegre o que tem feito o seu movimento da cidadania.»

GOVERNO QUER QUE LUSOPONTE PAGUE PELA NOVA PONTE

«A Lusoponte terá que compensar o Estado para ficar com a exploração do tráfego rodoviário adicional gerado pelo novo aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete nas pontes que opera, apurou o DN. Para o Governo, que ontem recebeu os responsáveis da concessionária das pontes 25 de Abril e Vasco da Gama, o movimento induzido pelo novo aeroporto nas duas travessias, não está previsto no actual contrato de concessão. Ou seja, será um fluxo adicional de receitas, em particular geradas pelo esperado aumento de tráfego na ponte Vasco da Gama, que até ao final da concessão em 2030, poderá ultrapassar mil milhões de euros em números redondos. A receita não prevista, que irá durar 12 a 13 anos entre 2017 e 2030, vai alterar as condições de equilíbrio financeiro e retorno do investimento atribuídas pelo Estado à empresa. » [Diário de Notícias]

Parecer:

Faz sentido.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Solicite-se a opinião de Cavaco Silva, que era primeiro-ministro quando foi assinado o contrato com a Lusoponte.»

ASAE NÃO MUDARÁ DE ACTUAÇÃO

«Debaixo de críticas pelo alegado excesso de rigor nas fiscalizações e por declarações controversas sobre a lei do tabaco e o treino militar dos agentes, o inspector-geral da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica afirmou, ontem, que não tenciona alterar a actuação da entidade que dirige. Até porque, garante, o trabalho da ASAE beneficia os consumidores.» [Jornal de Notícias]

Parecer:

Se acha que está a actuar bem...

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Ofereça-se uma caixa de cigarrilhas ao IG da ASAE.»

MÁRIO LINO NÃO SE IMPORTA NADA DE MUDAR DE OPINIÃO

«O ministro das Obras Públicas afirmou ontem não ter tido "problemas nenhuns em mudar de opinião" em relação à localização do aeroporto de Lisboa, lembrando que, se defendeu a Ota, foi porque os relatório técnicos a indicavam como melhor sítio. E garantiu que, se entretanto se decidiu por Alcochete, foi porque a hipótese se mostrou viável e melhor que a anterior. "Não sou daqueles que decide e depois diz que não decidiu", ironizou,» [Diário de Notícias]

Parecer:

Quererá o ministro concluir que, afinal, os camelos andam a pastar na marge norte do Tejo?

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao conhecido especialista em geografia.»

A MENTIRA DO DIA

«O primeiro-ministro, José Sócrates, serviu-se hoje dos mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) para defender que os riscos de pobreza e as desigualdades de rendimento estão a diminuir em Portugal.

As palavras do primeiro-ministro foram proferidas após ter estado reunido cerca de duas horas em São Bento com autarcas da Associação dos Municípios do Oeste. » [Portugal Diário]

Parecer:

José Sócrates estava a pensar na família do Armando Vara.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se ao primeiro-ministro que evite delírios em público.»

AS "NOVAS FRONTEIRAS" DE MENEZES

«O PSD vai realizar no final de Fevereiro uma convenção nacional com militantes e simpatizantes para apresentar propostas para vários sectores, anunciou esta terça-feira o presidente do partido, Luís Filipe Menezes.

De acordo com Menezes, noticia a Lusa, essa «grande convenção nacional» acontecerá na sequência da constituição de 15 grupos de trabalho sectoriais dentro do partido, que deverá ser aprovada na quarta-feira pela Comissão Política do PSD. » [Jornal de Notícias]

Parecer:

Depois de imitar o PS com as directas o PSD vai imitar as Novas Fronteiras.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se a Menezes que designe a convenção por "Novas Baboseiras".»

BARES EM CRISE

«Os números oscilam entre os 30 e os 70 por cento e, por isso, são "alarmantes para o sector": desde que entrou em vigor a nova lei do tabaco, a quebra na afluência aos espaços de animação nocturna é mais do que notória, avisa a Associação de Bares e Discotecas da Zona Histórica do Porto (ABDZHP), que conduziu um inquérito junto de 200 estabelecimentos. E este decréscimo pode ter um preço elevado: o despedimento de alguns trabalhadores.» [Portugal Diário]

Parecer:

Governo matou dois coelhos com uma cajadada, reduziu o consumo de tabaco e de bebidas alcoólicas.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se a legislação.»

ANGOLA: VAI SER ELEITA A "MISS MINA TERRESTRE"

«Um concurso de beleza em Angola vai premiar com uma prótese a Miss Mina Terrestre, que será eleita entre dez candidatas que foram mutiladas em explosões de minas no país.

O concurso já está aberto e será realizado pela internet: os internautas poderão votar na candidata favorita pelo site do evento.» [BBC Brasil]

FANÇA: MAIORIA DOS NASCIMENTOS OCORREM FORA DO CASAMENTO

«El número de nacimientos en 2007 sitúa a Francia entre los países más prolíficos de la Unión Europea, a pesar de que supone un descenso del 1,7% en relación a la cifra récord del año precedente. Del total de nacimientos del año pasado, el 50,5% fueron en uniones libres, frente a los que hubo en parejas casadas o registradas como uniones de hecho. » [20 Minutos]

APPLE APRESENTA PORTÁTIL MAIS FINO DO MUNDO

«'Hay algo en el aire', son las palabras que conformaban el lema publicitario de la Mac World Expo de este año han servido de apertura para la esperada intervención de Steve Jobs, presidente de Apple. Su primer gran anuncio ha sido la puesta en marcha de un servicio de alquiler de películas a través de internet usando para ello la tienda iTunes. Y ha presentado un portátil ultrafino.» [20 Minutos]

CITROËN PEDE DESCULPA

«El fabricante francés de coches Citroën se disculpó por haber utilizado una imagen del ex líder comunista chino, Mao Tse Tung, que aparece bizco y con la boca torcida en una publicidad en España, informó este martes el diario chino Global Times.

En la publicidad, difundida en uno de los principales diarios españoles, El País, aparecía el retrato de Mao sobre un modelo de la marca francesa, con el eslogan: "Al César lo que es del César". "Es cierto, somos líderes, pero en Citroën la revolución no cesa", indicaba el texto del anuncio, en referencia a las ventas de la compañía en España.» [20 Minutos]

PAPA SUSPENDEU VISITA A UNIVERSIDADE DEVIDO A PROTESTOS

«El Papa Benedicto XVI ha suspendido la visita que tenía prevista a la Universidad La Sapienza de Roma el próximo día 17, según informó el Vaticano.

"Debido al caso bien conocido de estos días en relación a la visita del Santo Padre a la Universidad La Sapienza, que por invitación del Rector Magnífico tendría que haberse celebrado el 17 de enero, se ha considerado oportuno postergar el evento. El Santo Padre enviará de todos modos el discurso previsto", precisó la Oficina de la Prensa de la Santa Sede.» [20 Minutos]

DOIS DIAS PARA RECOLHER 4.000 ASSINATURAS

«O objectivo é recolher quatro mil assinaturas até depois de amanhã, dia em que a petição será entregue no Parlamento, para que a reivindicação seja debatida em plenário.

Desde o dia do lançamento, na última sexta-feira, até ao início da tarde de ontem, a petição tinha 1642 assinaturas.» [Correio da Manhã]

Parecer:

É bom que Teixeira dos Santos perceba a mensagem, nenhum governo português sobreviveu ao mal-estar na DGCI.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Assine-se a petição aqui

O texto da petição:

Considerando que a liquidação e cobrança de impostos constitui o meio necessário de satisfação das necessidades do Estado, devendo, por isso, ser considerada uma função nuclear do Estado, por ser um pilar fundamental do Estado de Direito.

Considerando que as funções cometidas aos trabalhadores da Administração Fiscal são essenciais para a manutenção do Estado de Direito democrático, especialmente na luta contra a fraude e evasão fiscal.

Considerando que estas funções incluem algumas das cometidas aos órgãos de polícia criminal, mormente no âmbito dos crimes fiscais.

Considerando que atribuir um contrato individual aos trabalhadores da Administração Fiscal colocá-los-á numa situação de inferioridade e desprotecção na luta contra a fraude e a evasão fiscal.

Os trabalhadores da Administração Fiscal, abaixo assinados, apresentam, nos termos do exercício do Direito de Petição, aprovado pela Lei n.º 43/90, de 10 de Agosto, à Assembleia da República, o seguinte apelo:

“Alteração do teor do n.º 1 do art. 10º do Decreto da Assembleia n.º 173/X, aditando ao mesmo uma alínea g), com a seguinte redacção:

g) Grupo da Administração Tributária”

FERREIRA QUER MENOS ESTADO E OS MESMOS IMPOSTOS

«Manuela Ferreira Leite afirmou esta terça-feira que “se o Governo quiser ser sério e honesto não tem nenhuma margem para baixar impostos”. A ex-ministra das Finanças defendeu ainda que o Estado deve retirar-se de sectores como a saúde e a educação.» [Correio da Manhã]

Parecer:

Digamos que Ferreira Leite quer que quando o PSD chegue ao poder tenha sol na eira e água no nabal.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Contenha-se a gargalhada porque a única resposta possível foi a que os estudantes lhe deram no tempo em que era ministra da Educação.»

O JUMENTO NO TECHNORATI

  1. O "Navego, logo existo" e o "Alcáçovas" ficaram a saber como se fuma num bar alemão.
  2. A "Nau Catrineta" também acha que Menezes pode ficar conhecido como o Nostradamus de Gaia.
  3. A "Funda São" gostou de um vídeo aqui do Palheiro.

BIBLIOFILMES

O blogue de um concurso de vídeosno YouTube intitulado "BiblioFilmes – Livros, Bibliotecas, Acção!", que visa além de promover a leitura, o livro e as bibliotecas públicas e escolares através das novas tecnologias, angariar fundos. O blogue faz várias sugestões do que pode ser considerado um bibliofilme:



LUÍS NAZARÉ VOLTOU AO "CAUSA NOSSA"

O "Causa Nossa" ficou mais rico:

«Vão acabar as sandes feitas com pão genuíno nas cafetarias dos espaços públicos. Em breve, estaremos confinados às sandochas intragáveis das vending machines. Os frequentadores da Gulbenkian já sentem no palato os efeitos do autoritarismo higiénico e não estão felizes.»

IMAGEM ESPECTACULAR: MONTANHA FLUTUANTE [Flickr]

SAMONOV

ORLOVA ANASTASIA

ARINA REIZVIH

LEO DAYCHIK

JULIJA WIND

ENTREVISTA INTERROMPIDA

PUBLICIDADE DA KODAK [4 imagens]

K SEARCH

Advertising Agency: Belocal, Italy
Art Director: Michele Montanucci
Copywriter: Luigi Liggeri
Photographer: Paolo Malorgio

METLINK

Advertising Agency: Marmalade, Melbourne, Australia
Creative Director / Copywriter: Neil Mallet
Art Director: Tim Forte
Photographer: Chris von Menge
Retouching: Electric Art
Model Maker: Nicholas McColl

NATIONAL AQUARIUM IN BALTIMORE

[2][3]

Advertising Agency: Bed & Breakfast, USA
Art Director / Copywriter: David Krulik
Photographer: Ted Sabarese